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Circo no Camboja? Isso mesmo… e vale a pena!

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Circo Phare, em Siem Reap

Considerado o Cirque de Soleil do Camboja, esse circo é um ótimo espetáculo, com música ao-vivo, malabares e muitas piruetas. Cada dia tem uma apresentação diferente. Nós vimos o show Sokha, que conta a história de uma criança assombrada com as atrocidades e destruição da época do Khmer Rouge.  O Lucas adorou! Teve apenas um ato na qual a atriz revivia seus medos. Entrou um monte de personagens com máscaras estilo “zumbi”. A música mudou de alegre para um suspense sombrio.  Ele se assustou um pouco, coitado. Mas tirando isso, foi sucesso garantido e relembramos as cambalhotas até hoje. Para o Thomas, foi tranquilo. Ele ficou sorridente o tempo todo. Até bateu palmas!! Não sei se estava entendendo alguma coisa, mas pelo menos não deu trabalho.

No final do espetáculo você pode conversar e tirar fotos com os artistas. O músico viu que Lucas estava namorando com os olhos a bateria e o convidou para ver de perto. Lucas não pensou duas vezes. Subiu no banquinho, pegou as baquetas e até tocou um pouco, para delírio dos pais corujas.

Circo Phare

Lucas na bateria após o espetáculo

Para ir embora há diversos motoristas de tuk tuk aguardando o final do espetáculo.

Tem dois tipos de ingressos: sem lugar marcado (18$ adulto e 10$ crianças de 5 a 11 anos) e o lugar preferencial (35$ adulto e 18$ crianças de 5 a 11 anos), que inclui um souvenir e uma garrafa de água gelada. Fomos no mais barato mesmo. Crianças até 5 anos não pagam. Tem um restaurante aconchegante. Dá para jantar antes do espetáculo. Não vi os preços, mas pareceu uma boa pedida. Encontramos um amigo do Brasil e tomamos um drink de boas vindas.

Além disso, esse espetáculo não é apenas circense. Tem toda uma ação social nos bastidores. Os artistas são crianças e adolescentes carentes. Eles aprendem artes, música, teatro e malabarismos. É um trabalho muito bonito.

Para mais informações sobre o circo, veja o site oficial abaixo (em inglês):

http://www.pharecambodiancircus.org/circus/

Observação: Lucas tinha 2,5 anos e Thomas tinha 7 meses quando visitamos Siem Reap